Ser feliz, por Morin

Ser feliz é trabalhar? É amar? É política?

“Você deve saber que o operário é individualista, só pensa nele mesmo. O cara tem um salário, trabalha para ele… Trabalha e economiza e se priva de tudo para dar impressão de ter muita grana, mas na verdade é um Zé Ninguém”

Você é de verdade? Quando não estamos atuando? Quando as pessoas não estão atuando? Existem pessoas de verdade vivendo em sociedade? Só somos verdadeiros quando estamos sozinhos e à beira da histeria”.

Isso (e muito mais) são as discussões propostas nesse documentário de 1961, feito por Edgar Morin e Jean Rouch. É meio confuso, mas vale a pena! O filme, que tenta ser o cinema-verdadeiro, é um retrato da juventude parisiense daquela época. O interessante é notar que, depois de 50 anos, as questões continuam praticamente as mesmas.

Quem quiser se aprofundar mais no filme, aqui vc encontra um artigo publicado em 1968 sobre o filme: http://www.escrevercinema.com/Chronique_dun_ete.htm
*Publicado originalmente no Facebook em 20/Jan/2012
Advertisements

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s